quinta-feira, 8 de novembro de 2012



PROTEÇÃO EM DOBRO
Cresce o investimento em segurança eletrônica no MA e TO

O mercado de sistemas eletrônicos de segurança está em pleno crescimento, seja devido à ampliação do uso das tecnologias pela crescente classe média brasileira, seja devido à incidência de roubos e furtos a empresas, o setor cresceu quase 10%, com faturamento de US$ 1,83 bilhão, conforme dados da ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança).
Nos estados do Maranhão e Tocantins, o cenário não é diferente. Estima que 130 mil novos equipamentos tenham sido instalados em imóveis da cidade de São Luis ao longo de 2011, é como se cada grupo de dezoito moradores ganhasse uma câmera nova. A previsão é de que até final do ano, esses números tenham aumentado 11%.
Em nossa região, empresas do ramo se instalaram nos últimos 10 anos maioria delas concentradas na cidade de Imperatriz considerada o polo comercial, mas em cidades como Porto Franco, Estreito no Maranhão e em Tocantinopolis no Tocantins, a presença dessas empresas também tem sido vistas com bons olhos, principalmente por parte daqueles que apostam na segurança eletrônica como forma de monitorar seu patrimônio seja nas empresas ou nas residências. Nossa equipe conversou com o dono de uma dessas empresas, ele foi enfático em dizer que o sistema não impede o roubo, mas, permite ao usuário, em caso suspeito de está sendo roubado, comunicar e chamar a policia ou acionar meios particulares que permitam impedir a ação de marginais.
Além de possuir dispositivos que alertam no local a presença estranha na área, (emitindo o sinal sonoro) o sistema é interligado 24 horas à central de monitoramento onde registra o movimento de disparo. Cada usuário possui uma senha cadastrada que permite à central controlar quem está ligando ou desligando o dispositivo. Permitindo ainda perceber quando o alarme dispara sem ter sido desligado corretamente. Quando for constatado que em dois locais monitorados o sistema está disparando (sirene) é indicio de presença de pessoas estranhas sem está usando a senha de desarme, o que caracteriza suspeita. Imediatamente o responsável pelo monitoramento avisa o proprietário da empresa ou imóvel do ocorrido para que tome providencias, sem falar que a empresa de monitoramento também dispõe de funcionários que fazem as rondas nas áreas com suspeita de invasão criminosa, para inibir ações de roubos e arrombamentos.
Contestado por alguns, por dispensar a presença de um vigilante, o serviço de segurança eletrônica está presente em aproximadamente, 15% das residências, prédios públicos e escritórios de empresas privadas na cidade de Porto Franco. 

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