segunda-feira, 27 de maio de 2013

MEIO AMBIENTE
Aguiarnópolis e Palmeiras discutem Plano Municipal de Resíduos Sólidos
Prefeituras das cidades de Aguiarnópolis e Palmeiras do Tocantins, região norte do estado, mobilizaram representantes de entidades legalmente constituídas e a população em geral para discutir Plano Municipal de Políticas de Resíduos Sólidos durante audiência pública convocada para este fim.
Pela manhã em Aguiarnópolis técnicos da empresa BARROS responsável pela elaboração da proposta do Plano Municipal explanou sobre a nova política de resíduos sólidos, com base no plano nacional. Eles mostram dados técnicos sobre a capacidade de produção de lixo da cidade, apontando possíveis soluções quanto à destinação dos resíduos produzidos pela população urbana.
Á tarde foi a vez de discutir com moradores do município de Palmeiras, localizado há 14 quilômetros de Aguiarnópolis, onde vivem pouco mais de 5mil e 300 habitantes. No Plenário da Câmara Municipal os técnicos da empresa de Consultoria apresentaram o Plano, e detalharam com auxilio de projetores de imagens, como funciona toda a cadeia de produção, coleta e reciclagem do lixo.
Aconteceram debates onde a população aproveitou para tirar dúvidas sobre as formas de tratamento dos resíduos. O vereador Antonio José, quis saber porque o lixo não reaproveitavel é colocados dentro de valas, e encoberto com terra. Para ele um risco de ameaça ao meio ambiente. Técnicos da empresa que montou o plano de resíduos explicaram que só é enterrado a parte do lixo que realmente não tem utilidade, mas, se for lixo orgânico além de se decompor ainda produz xorume que tratado em estação ainda produz gás natural podendo ser utilizado para funcionamento de maquinas industriais e ainda pode ser usado como cota no programa de preservação ambiental previsto no tratado de Kyoto.
Dá destinação final ao lixo produzido nas cidades pondo fim aos famosos lixões passa a ser obrigação de cada prefeitura até agosto do ano que vem, mas, alguns prefeitos acham que vai custar muito caro, manter essa estrutura de destinação final do lixo, uma vez que terão de construir aterros sanitários, adquirir equipamentos, ale de manter pessoal para fazer a parte operacional do projeto. Por causa disso levantaram o questionamento sobre a possibilidade da formação de consórcio intermunicipal e até mesmo a terceirização dos serviços de coleta e tratamento do lixo, o que poderá ser feito por cooperativas de catadores, sugestão do Governo Federal.
A representante da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Engenheira Ambiental Sara Arruda (sobrinha do ex-prefeito de Grajaú-Ma, Mercial Arruda) o estado discute um plano onde propõe a construção de 10 grandes aterros em todo o território Tocantinense a fim de receber e tratar todo o lixo produzido no estado, levando em consideração a baixa produção de resíduos em diversos municípios.
Para o prefeito Evandro Pereira o tratamento do lixo feito através de consórcio facilitará a administração dos aterros, mas, a construção dessa base vai precisar de parceiros institucionais e defendeu a possibilidade de o Consórcio Ceste patrocinar a construção do aterro.
No final da audiência, a representante da Agencia Tocantinense de Regulação-ATR, bióloga Isabela, se apresentou ao prefeito de Palmeiras e colocou-se à disposição do município para assuntos ligados ao sistema de abastecimento de água mantido pela prefeitura nos assentamentos rurais de Palmeiras-TO.




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