quarta-feira, 25 de junho de 2014

TOCANTINS-POLÍTICA/ELEIÇÕES 2014
Nada impede Marcelo Miranda de ser candidato a governador
Novo presidente do PMDB anuncia que o partido retoma as caminhadas pelo interior do Estado com a presença do ex-governador, o nome que ele considera com as melhores condições para vencer as eleições em outubro.
O novo presidente do PMDB, Leomar Quintanilha, está convicto de que o ex-governador Marcelo Miranda vai ser candidato a governador e vencer as eleições. Para ele não há nada hoje que impeça Miranda de ser candidato. “Não há hoje absolutamente nada que impeça Marcelo de ser candidato a governador. Então nós não temos preocupação com isso, ele vai ser candidato”, declara o presidente, que ressalta que é preciso observar que há outras postulações e o nome que estiver melhor nas pesquisas será escolhido candidato.
O ex-senador diz que não veio para acabar com as divergências internas, pois avalia que elas são ne­cessárias para dar vida ao partido. “Essa crise do PMDB não nasceu agora, ela sempre existiu no partido exatamente porque é um partido grande, plural, e porque é um partido democrático. Agora, o importante é entendermos que a divergência pessoal nunca será maior do que o objetivo principal do partido. O PMDB é maior do que todos nós”, observa o presidente da agremiação, observando que o mais importante é estabelecer o diálogo com a sociedade em busca de um novo projeto para o Tocantins.
Para o presidente o maior problema deste governo é o distanciamento da sociedade. “O povo é sábio e está sofrendo na pele, está sofrendo na carne as dificuldades e o distanciamento da presença do governo nas suas necessidades. Então esse contato vai nos revelar exatamente qual é o caminho que devemos seguir”, defende o presidente, que anuncia que o PMDB vai ganhar as ruas a partir de agora para ouvir a sociedade e traçar a sua estratégia para as eleições.
Qual o balanço da primeira reunião como novo dirigente do PMDB? O que foi decidido?
Foi exitosa essa reunião. É um primeiro contato com os novos membros da executiva regional, em que nós pudemos discutir dois assuntos de relevo. Um foi a situação interna do partido com as questões de natureza administrativas e financeiras, por­que há pendências que estão a requerer a nossa atenção; e o outro tema mais importante é de natureza política, entendemos que é preciso respeitar as divergências, mas também aplacar os ânimos dentro do partido. Creio que estamos obtendo essa compreensão dos mem­bros e o PMDB marcha para encontrar um rumo que lhe permita disputar com convicção, com consciência e com força as eleições que se avizinham.
O PMDB perdeu muito tempo com a crise interna? Agora é preciso correr?
Não tem nada passado de hora ainda. E essa crise do PMDB não nasceu agora, ela sempre existiu no partido exatamente porque é um partido grande, plural, um partido democrático. Agora, o importante é entendermos que a divergência pessoal nunca será maior do que o objetivo principal do partido. O PMDB
é maior do que todos nós. Creio que estamos encontrando finalmente esses rumos que queremos para o PMDB.

Por Ruy Bucar

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